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<title>Burocrático </title>
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<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:22:31 +0100</pubDate>
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<title>Burocrático </title>
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	<title>A mulher moderna investe na bolsa!</title>
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		<description><![CDATA[<p>Superar o desejo de consumo e os atrativos lançamentos das vitrines das lojas para investir no mercado financeiro, mais especificamente, na Bolsa de Valores. É esse o desafio que algumas mulheres aceitaram em busca de sua independência financeira.<br />
Falar em investimentos, a princípio, não parece um assunto tão agradável, principalmente para mulheres. Entretanto, os primeiros contatos com o tema podem minimizar as dificuldades transmitidas ao longo de gerações, garante a jornalista Andrea Assef, co-autora do livro "Meninas normais vão ao shopping. Meninas iradas vão à Bolsa".<br />
"É preciso vencer o medo e a história de que o tio, certa vez, investiu o dinheiro em ações e perdeu tudo. A Bolsa, de fato, tem um certo risco, mas é uma opção que deve ser avaliada", garante.<br />
Ao longo das 106 páginas recheadas com desenhos coloridos do livro, Andrea Assef e Mara Luquet buscam mostrar às mulheres que o mercado financeiro pode ser facilmente compreendido. Para as autoras, com um pouco de disposição e informação, o mundo pode ser muito mais amplo do que os corredores de um shopping center.<br />
Para Andrea, o próprio perfil feminino assegura possibilidades de sucesso nesse tipo de investimento. "Quem está acostumada a tratar com homem, com certeza não terá problema com a Bolsa. Afinal, os dois são instáveis, mudam de humor, mas a gente sabe como lidar com isso", brinca a jornalista.<br />
E a diferença de comportamento em relação aos homens pode ser um trunfo para as mulheres. "A mulher aceita muito bem o risco. Ela é conservadora, não fica trocando o portfólio", explica Ângela Barros, coordenadora do programa Mulheres em Ação, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).<br />
"O homem é muito autoconfiante. Ele pode estar perdido no meio do mato, mas não pára para pedir informação. Essa sensação de sempre ter informação privilegiada, de ser dono de suas ações pode ser prejudicial quando o assunto é investimento", completa Andrea Assef.<br />
Outro gigante na busca pela independência financeira que as mulheres enfrentam é o consumismo. Como abrir mão de comprar os últimos lançamentos da grife favorita ou a mais nova linha de cosméticos lançada no mercado para poupar dinheiro?<br />
"Gastar realmente é melhor do que poupar", reconhece Andrea. "O importante é ela ter consciência de que esse esforço, ainda que pequeno, hoje, vai valer a ela um futuro muito melhor", completa.<br />
Ao contrário do que muitos imaginam, investir em ações não requer uma grande quantia de dinheiro. Com pouco recurso é possível iniciar uma carteira que pode render uma aposentadoria bem mais confortável no futuro. Para colocar o primeiro pé na Bolsa, a investidora deve, inicialmente, procurar uma corretora de ações.<br />
"O site da Bovespa traz uma lista com as corretoras credenciadas que ela deve procurar", recomenda Andrea. "É muito importante a investidora estar muito bem informada do que está fazendo. Conhecimento é fundamental para reduzir os riscos."<br />
Com a corretora selecionada, a investidora pode começar a comprar suas ações, via Internet ou por telefone. </p>
<p><strong>Entre em ação </strong></p>
<p>Para aproximar a mulher do mercado financeiro, a Bovespa conta, desde 2003, com um grupo especialmente dedicado a mulheres investidoras, o 'Mulheres em Ação'. "Nosso objetivo é aproximar o público feminino do mercado de ações, com palestras informativas para grupos de mulheres em empresas e na própria Bovespa", conta Ângela Barros, uma das coordenadoras do projeto.<br />
Segundo dados da Bovespa, em março de 2007, dos 241.498 investidores pessoas físicas, 20,35% (52.172) são mulheres. "A grande maioria delas credenciou seus investimentos em clubes de investimento, que são pessoa jurídica e não aparece nesse percentual", afirma Ângela.<br />
No livro "Meninas normais vão ao shopping. Meninas iradas vão à Bolsa", as autoras recomendam à investidora procurar equilíbrio nos investimentos. "Vale a idéia de não colocar todos os ovos na mesma cesta", explica a autora.<br />
"A pergunta mais freqüente que recebemos é em relação ao capital inicial para os investimentos. A gente explica que não há valor mínino. A pessoa pode procurar clubes de investimento, a maneira mais didática de começar no mercado financeiro", recomenda a coordenadora do Mulheres em Ação.<br />
Com uma carteira equilibrada, é possível se surpreender com os investimentos. Quem aposta na Bolsa de Valores deve ter em mente que se trata de um investimento a longo prazo. "A idéia é investir um dinheiro que você não vai precisar dele daqui a um ou dois anos", diz Ângela.<br />
Sem revelar se é uma mulher "irada" com investimentos na Bolsa, Andrea garante que hoje é mais resistente ao consumismo. "Eu adoro comprar. Mas, hoje, posso tirar o dinheiro da minha carteira sem me preocupar com o rombo que a compra vai trazer às minhas contas. Isso é o melhor."
</p>
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	<pubDate>Sat, 14 Apr 2007 15:05:15 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Bernardo foge da pressão!</title>
	<link>http://suavidaburocratico.nireblog.com/post/2007/04/07/bernardo-foge-da-pressao</link>
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		<description><![CDATA[<p>O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que negociou na sexta-feira (30) com os controladores de vôo grevistas, afirmou nesta terça-feira (3) que em nenhum momento o governo federal assegurou anistia para os militares.<br />
Na sexta-feira, quando a categoria cruzou os braços, o ministro divulgou um acordo que, em seu primeiro item, garantia que ninguém seria punido.<br />
"Não falamos nada de anistia nem hoje e nem na sexta-feira. Ninguém mencionou esta palavra. Só vejo isso nos jornais", disse o ministro, após reunião realizada na manhã desta terça-feira com representantes dos controladores.<br />
Na sexta, após anunciar um acordo com a categoria, o governo divulgou uma minuta de negociação assinada pelo ministro Paulo Bernardo e pela secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra. O primeiro item da minuta era o seguinte: "O Governo Federal fará a revisão dos atos disciplinares militares, tais como transferências, afastamentos e outros, envolvendo representantes de associações de controladores de tráfego aéreo, ocorridos nos últimos seis meses, assim como assegura que não serão praticadas punições em decorrência da manifestação ocorrida no dia 30.03.2007."<br />
Questionado se os controladores de vôo poderiam ser presos, o ministro do Planejamento afirmou que o governo vai investir no diálogo e na tranqüilidade. "Não vamos investir em um clima de botar fogo no circo", disse. Ele afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não se recusa a conversar e a dialogar com qualquer categoria, mas acrescentou que não é possível fazer uma negociação "complexa em clima de desconfiança".<br />
O ministro do Planejamento disse ainda que a negociação ocorrida na sexta-feira com os controladores foi feita em meio a uma "situação completamente atípica" e "claramente fora do controle". "Eu fui para garantir um espírito de mais tranqüilidade e para que as coisas se acalmassem e o tráfego aéreo fosse retomado", afirmou. Bernardo acrescentou que, por isso, atingiu seus objetivos.<br />
"Nas circunstâncias, foi o que pudemos fazer. Estou muito tranqüilo com relação a isso. Era um momento mais grave ainda porque o presidente Lula estava fora do país e tínhamos que tomar medidas graves sem ele. Agora, vamos ouvindo a orientação do presidente da República", disse ele, que tem reunião agendada para a manhã desta terça-feira (3) com Lula.<br />
Segundo Paulo Bernardo, a orientação do presidente Lula é que haja negociação sobre os pleitos do setor - que são a desmilitarização da carreira de controlador aéreo e reajuste salarial. "O governo vai negociar, mas exigimos que haja condição de absoluta normalidade no funcionamento do sistema de tráfego aéreo", afirmou.<br />
O ministro do Planejamento afirmou ainda que as mudanças deverão ser feitas somente depois de ouvir todos os representantes do setor, mas não citou prazos. "Queremos ouvir todas as partes, mas não podemos fazer isso com faca no pescoço e debaixo de ameaça", disse. Bernardo não informou se foi marcado um novo encontro.<br />
Bernardo também disse aos representantes dos controladores que seria difícil negociar com "constantes ameaças de retomada de movimento, de fazer greve novamente, de transformar a Páscoa em um inferno". Acrescentou que sentiu dos interlocutores uma "receptividade boa". "Temos condição de continuar bem este diálogo", disse.<br />
Os representantes dos controladores aéreos deixaram o local sem falar com a imprensa. Eles optaram por deixar o Ministério do Planejamento pela garagem.<br />
Desde o início da crise aérea, em 29 de setembro do ano passado, quando ocorreu o acidente com o avião da Gol, que deixou 154 mortos, houve atrasos, cancelamentos de vôos, panes em torres de controle e em painéis de informação. O pior dia, no entanto, foi a sexta-feira (30), quando cerca de 200 controladores de vôo cruzaram os braços e anunciaram a paralisação das atividades nos 49 aeroportos comerciais de todo o país.<br />
O caos se instalou nos saguões dos aeroportos. Brigas entre passageiros e atendentes de empresas aéreas fizeram com que a segurança fosse reforçada.<br />
O governo iniciou as negociações de maneira dura, inclusive com o anúncio da possível prisão dos controladores militares aquartelados na sede do Cindacta-1, em Brasília. Diante da inflexibilidade dos grevistas e do caos nos aeroportos, o governo cedeu às pressões e anunciou acordo no início da madrugada de sábado (31).<br />
Os vôos foram retomados na manhã de sábado, mas um terço dos vôos programados entre meia-noite e 14h registraram atrasos. Milhares de passageiros passaram a noite sobre as bagagens nos corredores dos aeroportos.
</p>
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	<pubDate>Sat, 07 Apr 2007 18:15:16 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Poupar é para quem pode!</title>
	<link>http://suavidaburocratico.nireblog.com/post/2007/03/31/poupar-e-para-quem-pode</link>
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		<description><![CDATA[<p>Duas novidades mexeram com a grana dos brasileiros, tanto daqueles capitalizados quanto daqueles endividados, estes a grande maioria...<br />
O Banco Central continuou com sua política de baixar a Taxa Selic, agora no nível de 12,75% ao ano, o que deve continuar dando mais alento para empresas que precisam de capital de giro, isso se os bancos acompanharem a tendência e baixarem também suas taxas (coisa que só ingênuo é capaz de acreditar).<br />
Da mesma maneira, os aplicadores em fundos de investimento, principalmente os chamados Fundos DI (que pagam uma remuneração pós-fixada que depende de quanto está a cada dia a taxa Selic) passam a ter uma remuneração menor, coisa com a qual é bom irem se acostumando se querem ver o país, um dia, crescer a ritmo parecido com o das economias mundiais.<br />
Por outro lado, com uma remuneração menor, os aplicadores dos fundos começaram a olhar para o lado e a comparar seus rendimentos, em contínua queda, com a remuneração da caderneta de poupança com sua conhecida taxa nominal de 6% ao ano mais TR.<br />
E com isso surgiu o risco de haver uma fuga de recursos dos Fundos para a abandonada caderneta de poupança, coisa que passou a preocupar o endividado-mór do país, o governo-goela-grande, pois, sem recursos, os fundos não têm como continuar comprando os títulos representativos da dívida pública.<br />
E aí, como fazer, já que manda quem pode e obedece quem pode menos? Ora, mexer no bolso dos pobres aplicadores que sempre foram fiéis à caderneta: e aí, o! E foi o que o governo fez: além do mais, os pobres, com pouco estudo, são sempre enganados e não vão nem notar...<br />
Até gente muito boa, que teve a chance de estudar em escolas particulares, não sabe bem o que se passa com a caderneta de poupança. A taxa de fato é maior que sua linguagem expressa: é 0,5% ao mês, que dá 6,17% ao ano, e não é (+) TR e, sim, (x)(1+TR), o que melhora seu rendimento.<br />
Daí, agora, o grande devedor com sua costumeira cara-de-pau mudou a regra para diminuir, no peito, a remuneração da coitadinha que durante anos amargou taxas bem menores que as dos fundos, mudando o coeficiente da TR. Bonito!<br />
E qual o grande parceiro na sugestão? Ora, os bancos, como não podia deixar de ser! Eles ganham, na moleza, taxas de administração (!) anuais que são muito maiores que as taxas de juros (!) do Japão! Para os fundos de pobres, aqueles que aceitam qualquer valor de aplicação, essas taxas vão de 2% a 5% ao ano, sem risco! Bonito! Claro que eles preferem isso do que financiar imóveis com recursos da caderneta, embora seus “spreads” sejam maiores, mas com risco.<br />
E não pára por aí: consta que o governo já lançou um balão de ensaio dizendo que logo adiante pensa em cobrar Imposto de Renda da caderneta! Isso com a mesma desculpa de equilibrar os rendimentos, mas, para quem está acostumado, é para aumentar ainda mais a arrecadação, dessa vez cobrando na fonte do bolso dos pobres-coitados-pobres. E o próximo passo é capaz de ser cobrar a desviada CPMF da saúde.<br />
Afinal, é na caderneta de poupança que a grande massa de desfavorecidos deste país tenta guardar suas minguadas economias, mas o rio corre para o mar. E o mar só está para peixes grandes que auto-aumentam seus próprios salários para sobrar mais...
</p>
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	<pubDate>Sat, 31 Mar 2007 16:59:44 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>Em Breve...</title>
	<link>http://suavidaburocratico.nireblog.com/post/2007/03/26/em-breve</link>
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		<description><![CDATA[<p>Sábado, dia 31/03 estréia o quadro burocrático, no Sua Vida!<br />
Aguarde!
</p>
<p><a href="http://suavidaburocratico.nireblog.com/post/2007/03/26/em-breve#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 26 Mar 2007 16:47:05 +0100</pubDate>	</item>
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